fracazo's stuff |
Alexandre Fracazo é um designer funcional, vivendo atualmente no sul do Brasil. Veja seu Portfolio » ou o siga no Twitter » |
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I can’t imagine working on pixel-precise graphics in Photoshop without taking advantage of multiple views of the same document, but I find that many designers don’t use this; turns out some just aren’t aware of it.
Incrivel e inspirador.
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Atualmente muito se fala sobre experiência e usuário, usabilidade e ergonomia. Buscando sempre tornar a o tempo gasto em um site o mais agradavél possível é que entra o UX designer, focado somente em desenvolver meios para melhorar os caminhos para se concluir o objetivo final (chegar na informação desejada) com êxito.
Antes de começar os pitacos, vale lembrar que expêriencia do usuário ou simplesmente UX, é baseado em conceitos de ergonomia, usabilidade, arquitetura de informação e navegação.
Pronto, um erro comum nisso é pensar que que o UX designer é responsável por criar boas experiências, na verdade, o UX cria artefatos que possibilitam um boa experiencia no site. O importante é desenvolver objetos sólidos que traduzem em experiências similares para todos os usuários.
Quando o trabalho de UX é bem feito, ele se torna invisível aos usuários comuns, ou seja, raramente será comentado sobre o grau de dificuldade do trabalho. Um trabalho de sucesso simplesmente guia o usuário para as informações, mas sem o usuário saber que na verdade existe um “mapa” que guia o caminho.
Um site bem feito é como uma boa conversa, flui naturalmente. Em outras palavras é de suma importância o conteúdo, informações claras e objetivas contribuem para uma boa experiência.
A simplicidade vai além de “menos é mais” que normalmente lemos por aí, o simples tem a ver com clareza e não com elementos gráficos, animações e etc.
Quando alguém entende com clareza a proposta, significa que o UX designer foi claro, mesmo se a informação foi passada por meio de animações ou desenhos.
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Sam “Lightnin’” Hopkins nasceu aos 15 de março de 1905 e viveu até os 30 de janeiro de 1982.
Nascido em Centeville, Texas, Hopkins aprendeu o blues ainda jovem em Buffalo, Texas from de Blind Lemon Jefferson e seu primo mais velho, um cantor de country blues “Alger Texas” Alexander. Quando Hopkins e Alexander estava tocando em Houston em 1946, ele foi descoberto por Lola Anne Cullum de Los Angelas, da Aladim Records.
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Como estou iniciando uma especialização em design de interação amanhã, pela Faber Ludens, gostei bastante do post e resolvi compartilhar:
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Em abril de 2009 tomei uma decisão importante para minha carreira, me inscrevi no curso de Design de Interação oferecido pelo IEC, Puc Minas.
Hoje, enquanto desenvolvo meu trabalho de conclusão de curso, inauguro este blog com 5 dicas preciosas que podem ajudar meus colegas calouros.
1. Cadastre-se na ACM.org
A Association for Computing Machinery é a maior e mais respeitada publicação de IHC do mundo. Sua extensa biblioteca, acessível apenas a cadastrados, é uma fonte de trabalhos acadêmicos de excelente qualidade. Para descobrir referências e estar atento ao que acontece de mais importante na área, é essencial fazer parte.O cadastro anual para estudantes custa menos de 20 dólares, um investimento irrisório pelas horas de sono conquistadas! Outro bônus são as edições impressas de sua publicação, a Interactions Magazine, que chega pelos correios em sua casa.
2. Crie uma conta no Dropbox
Dropbox é uma ferramenta que sincroniza seus arquivos entre computadores enquanto os mantém nas nuvens, tornando mais fácil realizar trabalhos em grupo.O serviço gratuito disponibiliza 2GB de espaço e possui um excelente sistema de controle de versão, permitindo restaurar versões anteriores de seus documentos. É uma verdadeira mão na roda para estudantes, mas facilita a vida de qualquer um.
3. Leia alguns livros essenciais
Se fosse indicar apenas um livro, seria o Design do dia-a-dia de Donald Norman. É um excelente ponto de partida e dá substrato para boas discussões em praticamente todas as disciplinas. Os demais livros do Norman são fascinantes e sua leitura é tão agradável quanto uma boa ficção.Para aprofundar em usabilidade, é essencial conhecer Nielsen. Sua coluna Alertbox oferece um consistente material para leitura, com conteúdo atualizado e pungente, focado principalmente em interfaces para Internet. Seus livros, no entanto, ficam datados facilmente pois possuem uma fundamentação essencialmente técnica. Projetando Websites com Usabilidade, de 2006 ainda é uma publicação relevante. Quando li, fiz uma colinha com algumas heurísticas apresentadas no livro.
Para compreender melhor o Design Centrado no Usuário é importante ter uma cópia do About Face 3.0 do Alan Cooper. Este livro é uma fonte quase infinita de referências bibliográficas.
Comentarei sobre outros livros relacionados em outro post, em breve.
4. Leve o trabalho para sala de aula
Uma especialização é diferente de uma graduação, aqui a participação é fundamental. Dentro dos limites do bom senso, é bom compartilhar experiências relevantes em sala da aula com seus professores e colegas. Neste espaço estão reunidas pessoas brilhantes com carreiras diferentes mas interesses comuns. Não se acanhe. Participe e doe o seu melhor.
5. Leve a sala-de-aula para o trabalho
Da mesma forma, aplique os métodos e técnicas que aprender no curso em seus projetos, seja o agente de mudança de sua empresa para melhores práticas. É uma maneira excelente de aprender de fato o que fazer e não fazer para cada técnica, e em quais circunstâncias elas funcionam melhor.
É ainda uma forma de retribuir para as empresas o voto de confiança que recebemos ao dedicar tanto de nosso tempo e atenção para outra atividade.
Alguns destes conselhos ouvi de professores, outros descobri durante o curso. Mas todas estas práticas facilitaram minha vida e melhoraram meu aproveitamento. Desejo o mesmo à vocês.
E nos vemos por aí no mercado! (-;
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Illustration for the essay “Embrace constraints” from REWORK, the new business book from 37signals. Illustration by Mike Rohde.
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